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Para Refletir

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Aos nossos  leitores, gostaríamos de informar que vamos descansar um pouco. Talvez nós nunca explicamos, mas nosso blog é fruto de uma disciplina do nosso curso de Jornalismo. Gostamos da experiência e pretendemos continuar. No entanto, neste mês vamos reduzir um pouco o número de posts para relaxarmos um pouquinho. Afinal, estudar, estagiar, isso tudo é prazeroso, mas cansa!

Ao final dessa disciplina, nós tivemos que analisar os blogs dos nossos colegas de classe. E nosso companheiro Vitor Vogas, aqui ja apresentado, produziu uma análise muito estimulante sobre o “Identidade Epifânica”. Acredito que ele definiu e apreendeu a essência do nosso blog. Vale  à pena conferir o post “A Epifania de um blog”, e conferir também a produção inteligente do blog Em Vogas.

Enfim, vamos descansar, mas nosso olhar continua atento. Mesmo porque é impossível fechar os olhos diante da tamanha desigualdade, corrupção, mazelas sociais,  impunidade e infinita reprodução da pobreza e degradação do ser humano.

De forma crítica e muito engraçada o blogueiro Victor Vogas tem postado excelentes charges em seu blog emvogas. A que eu mais gostei foi a charge dedicada aos passageiros do Transcol. Uma descrição perfeita do que é o transporte público da Grande Vitória.

Álias, há muito tempo queria falar sobre isso no nosso blog. Mas nunca é tarde!  Entre as minhas idas e vindas nos “amarelinhos”, estava em pé, como sempre, imprenssada, e, por ser baixinha, não tendo onde segurar, quando vi um cartaz sobre o cartão eletrônico que agora está sendo usado. A propaganda era mais ou menos assim: “Tranquilidade, conforto, segurança e tecnologia.Tudo que você precisa está neste cartão“. 

Eu, em pé, imprenssada,  não tendo onde segurar e ainda sendo obrigada a ler aquilo. Acho que aquele cartaz era para fazer os passageiros rirem! Não tem outra explicação! Há uma hipótese também, talvez  o conforto, a tranquilidade, a segurança e a tecnologia possamos de fato encontrar naquele cartão, mas em forma de desenho! O preço por tudo isso que deveria ser oferecido, nós ja pagamos. E por sinal, muito caro!

Ao blog emvogas nossos parabéns pela criatividade e criticidade!

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                                                                                                                                             Nesta segunda-feira (25) foi lançada a venda de anticoncepcionais femininos ao acessível valor de R$ 0,40,  nas Farmácias Populares e nas farmácias privadas credenciadas ao Programa. A medida é considerada pelo Governo Federal como planejamento familiar, e serão investidos R$ 228 milhões no Programa. A venda dos remédios a baixo custo tem como principal foco evitar que famílias em situação de risco social tenham muitos filhos e, com isso, agravem sua situação de vulnerabilidade social. Mas, a pergunta que fica no ar é:

“Podemos chamar essa medida de planejamento familiar?”. 

 A simples distribuição de pílulas e de camisinhas são medidas importantes, mas a política de planejamento familiar não deve se limitar a isso. É necessário que as famílias tenham orientação de profissionais de Psicologia, Serviço Social, Medicina, para que seja trabalhada toda a universalidade da família. É importante nesse processo levar em consideração a subjetividade da mulher, do casal para que a decisão de ter ou não mais filhos seja tomada de forma consciente.

 Distribuir anticontraceptivos sem um projeto mais amplo de planejamento familiar resultará apenas em mais um gasto público sem resultados consideráveis. E nesse projeto é essencial que a  educação sexual nas escolas seja incluída.

Por fim, gostaria apenas de ressaltar que ter muitos filhos não é principal causa de situação de pobreza de muitas famílias. A história do Brasil é marcada por intensos processos de exclusão social e degradação da dignidade humana.

Como já está explícito na nossa Página “Sobre Identidade Epifânica”, nosso blog é sobre tudo, ou qualquer coisa, que nos causa alguma inquietação. Pois é, fui ao Hospital São Lucas recentemente e o que vi no maior hospital público do Espírito Santo não me deixou apenas inquieta, mas revoltada. Primeiro porque a direção do Hospital não permite que a impressa entre e registre o caos que é aquele lugar.

Por motivos pessoais, infelizmente não pude fotografar ou filmar.
Mas posso contar o que o vi. Almocei no São Lucas no horário em que os acompanhantes de pacientes almoçam. Entre uma conversa e outra ouvi um bate-papo de duas senhoras. Continuar Lendo »

Li um texto muito legal do blog Boca do Lixo sobre crianças que trabalham catando lixo e que dele também se alimentam. O título “As crianças e o lixo” é bem pertinente e logo de cara nos causa um mal estar, porque quando falamos sobre crianças pensamos em brincadeiras, guloseimas, como doces, sorvetes e , claro, escola.

Mas o post do Boca do Lixo traduz bem a realidade de milhares de crianças no Brasil que ainda sobrevivem do lixo.  No dia 12 de junho foi “comemorado” o “Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil”, e o post colocado nesse dia foi genial. Em vários municipios brasileiros ações de conscientização foram promovidas contra o trabalho infantil. Como desdobramento da data, o Núcleo Trabalho, Justiça e Cidadania do Paraná e o Instituto Educa Brasil promoveram hoje um fórum de debate com o tema: “Trabalho Infantil x Infância Feliz”, que envolveu diversos setores  da sociedade. Esse é apenas um exemplo das diversas ações promovidas em função da data.

Mas ainda é preciso fazer mais. E acredito que não deve partir apenas de Ong’s ou do Governo. A luta contra o trabalho infantil pode, e deve, partir de cada um de nós. Quando compramos doces, balas ou aceitamos crianças como flanelinhas, estamos colocando lenha na fogueira que alimenta a exploração de crianças.

Negar essa prática e fiscalizar a implantação de polítcas como o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), que fornece bolsa para a criança estudar e não trabalhar, já é um balde de água fria nessa fogueira.

Ah, e vale à pena assistir ao vídeo colocado no blog Boca do Lixo!

 A polêmica Reforma Política está no ar, e o ponto mais discutido nos últimos dias é a Lista Fechada, que também pode ser Mista. A cultura de personificar o voto no Brasil pode estar com seus dias contados, e a população não tem gostado nada dessa história de mudança. Caso seja aprovada a lista fechada ou mista o eleitor poderá votar no partido e não no candidato. Esse tema vem embaralhando a cabeça de muita gente e comigo não é diferete, mas entendi minimamente é o seguinte:

 Partidos avaliam alternativas

 Na lista fechada os partidos seleciona (lista de candidatos em ordem de prioridades para o partido) cerca de dez candidatos para representar a legenda em uma eleição –  para deputado, por exemplo – daí a população escolheria entre eles. A partir de então o candidato dependerá de sua colocação na lista para se considerar vitorioso. Na lista mista o partido escolhe uma parte dos candidatos e a população escolhe a outra parte,  seguindo o mesmo esquema de prioridade. Além dessa há modo que é o seguinte, o partido escolhe os candidatos para o pleito caso haja entre eles um com mais aceitação entre a população, mesmo que esteja em último na lista ele subirá de posição, com possibilidades de alcançar o pleito. O fato é que partidos como o PSDB, com mais representatividade, não acham tão interessante esse esquema e há até os defendem uma discussão mais detalhada sobre o tema Fidelidade Partidária por considerarem mais importante. O importante é promover a Reforma Ética, pois qualquer que seja o sistema ele deve ser desenvolvido com o MÁXIMO de ética, no nosso país, nas atuais circunstâncias acho que não é demais.